Friday, November 20, 2015

A incrível (e difícil) arte de amamentar

Demorei para escrever sobre esse assunto. Não por falta de paixão ou engajamento, mas por considerá-lo um assunto delicado, cheio de emoções para todas as mães, sejam as que amamentam ou as que não.

Eu defendo e sempre defendi a autonomia da mulher em relação ao seu corpo, então se você não quer ou não quis amamentar - e não importam os seus motivos - a sua decisão deve ser respeitada. Eu acho que amamentar é sim empoderamento, desde que seja isso o que você quer. Nem vou entrar no mérito sobre os benefícios da amamentação para mãe e bebê, isso todo mundo ja está careca de saber.  Eu vou contar um pouco da minha experiência aqui, sem ficar cagando regra para ninguém. okay?!

Eu sempre quis amamentar. Sou vegetariana há anos e super cri cri com a minha alimentação. Sim me  considero "natureba". Seguindo essa "lógica" queria oferecer o mais natural dos alimentos para o meu filhote, o leite materno. Aquele preparado especialmente para o meu bebê.

Por considerar esse o caminho natural eu acreditei que seria fácil. Ledo engano!

Mr D. nasceu e foi direto para os meus braços e peitos à procura de leite,  e para minha surpresa eu não tinha uma gota, nem uma gotinha. Passei a noite com ele aos berros de fome e por recomendação das midwives, nas suas primeiras horas de vida já estava com uma mamadeira na boca. Corre o bofe para ir comprar fórmula no supermercado, pois eu não tinha mesmo me preparado para isso.

Meu leite demorou cinco dias para descer. CINCO DIAS. Pô, é tempo pra caramba! É claro que dei fórmula e mamadeira. Quando o leite veio, começaram mais outros 5 mil problemas. Para resumir, eu tive Mastite, Candidíase no seios, mamilos inflamados e em carne viva.

Foram mais de 30 dias amamentando e dando fórmula. Lembro até hoje quando parei de dar mamadeira e consegui me dedicar a amamentação exclusiva: 30 de junho. Fácil? Amamentar foi a coisa mais difícil que eu já fiz na minha vida! Mas calma, não estou aqui para te desanimar.

Eu considero cada caso um caso. Pequeno Mr. D nunca perdeu peso e foi por isso que nunca desisti de amamentar. Para mim, todo o processo foi uma vitoria. Considero assim porque houve uma batalha anterior. Talvez não precisasse ser assim. Talvez se eu tivesse procurado por uma consultora em amamentação (algo que eu faria hoje sem pensar duas vezes) tudo teria sido diferente. Ou se eu tivesse me preparado melhor para amamentação, pesquisado um pouco mais sobre o tema ao invés do melhor carrinho, o significado do nome ou da cor do enxoval... Não sei.

O que posso dizer hoje é que tudo valeu a pena. É uma experiência incrível mesmo e difícil colocar em palavras. Depois que superei os obstáculos (e quem me conhece sabe que pensei em desistir mil vezes) eu virei uma defensora da causa. Acho que todas viramos. Não porque acho que sou melhor que ninguém, claro que não! Mas é porque a gente já esteve lá também: cheia de dúvidas, sozinha, desamparada, com dor e se questionando, mas que diabos que ninguém me falou que amamentar seria esse perrengue!

Para resumir, meu conselho se você quer amamentar é: PEÇA AJUDA ESPECIALIZADA. Existem comunidades na internet incríveis, grupos de apoio presenciais e profissionais que entendem do assunto. Se você pensa que uma consultora em amamentação não vale o investimento, pensa no quanto custa cada latinha de fórmula, mais mamadeiras e apetrechos.  É grana...

Amamentar é incrível, mas pode ser sim difícil. Pra mim foi e não sinto vergonha nenhuma em reconhecer isso.





Monday, October 19, 2015

A neblina das primeiras semanas

Fiquei muito tempo sem escrever. Os motivos foram vários: falta de tempo, de vontade, mas não de inspiração. A mente estava à mil, mas o corpo...Ah o corpo precisava de repouso, descanso... Enfim, tudo o que você não tem nos primeiros meses depois do nascimento do bebê. Eles chamam de puerpério o período logo após o parto. Quando os hormônios dão uma baixa, você está se recuperando do parto e ainda tem um pequeno que chora dia e noite pedindo cuidados.

Amigos, é punk!



Ainda durante a gravidez eu li o maravilhoso livro da Laura Gutman - A maternidade e o encontro com a própria sombra -  onde ela dedica um capítulo para falar sobre a mulher puérpera. Selecionei algumas partes:

"Nas sociedades em que as mulheres se encarregavam comunitariamente da criação das crianças, enquanto os homens se ocupavam exclusivamente da procura de alimentos, o puerpério (ou o pós-parto) funcionava como um tempo de repouso e de atenção exclusiva ao recém-nascido. 

Nossa realidade social é outra. Vivemos em famílias nucleares, apartamentos pequenos, às vezes afastados de nossas famílias primárias em cidades nas quais não é tão fácil encontrar algo semelhante a uma comunidade de mulheres que aliviam as tarefas domésticas e constroem uma rede invisível de apoio. Todas as puérperas precisam dessa rede para não desmoronar diante das feridas físicas e emocionais deixadas pelo parto. Além do mais quarenta dias é muito pouco para nos recuperarmos dentro do nosso esquema social, porque ninguém defende as necessidades impostergáveis da díade mãe-bebê, não há uma comunidade feminina que cuide de nós e a maioria das mulheres são obrigadas a voltar precocemente ao trabalho."

Recomendo a leitura do livro, mas mais que isso, recomendo um carinho especial a todas as mulheres que acabaram de ter um filho.

O que essa mãe precisa é de apoio, carinho e compreensão. Ela PRECISA de ajuda. Eu precisei. Como expatriada, nossa situação é mil vezes mais delicada. Mas tive ajuda, tive família, um parceiro incrível, tive amigos e anjinhos que vieram me acudir. E mesmo assim, eu lembro da minha terceira semana que eu tive um medo da solidão, de não conseguir, um medo fracassar que comecei a chorar desconsolada. Chorei por horas. Foi uma dor no peito, algo que não sei colocar em palavras. Mas passou. Porque graças a Deus passa. É como uma neblina, mas passa. E logo logo o sol volta a brilhar,  cheio de energia e cores, como um dia de verão na praia :).


Dedico esse texto a minha irmã Kathy, que teve seu primeiro filho e me deu a chance de me tornar tia. <3




Monday, June 8, 2015

E ele nasceu

Dylan nasceu numa sexta-feira, 15/5/15,  de 41 semanas e 3 dias. A mamãe aqui já estava tendo um colapso de tanta ansiedade. Mas ele veio tranquilão, na dele.

O parto não foi nada do que planejei: dei entrada no hospital às 4h da manhã com sangramento. Eu tinha planejado um parto calmo, silencioso, andando na maior parte do tempo e finalizando linda na água, com velas aromáticas e borboletas ao redor.

O hypnobirthing me ajudou a manter um certo foco durante as contrações. Manter o foco, não a dignidade porque ó eu gritava, gritava não - eu uivava... Depois de umas 8 horas eu só estava 2 cm dilatada e pedindo, implorando por uma epidural. As índias do parto normal que me desculpem - mas já estava até pedindo a cesárea. Aqui nós temos as midwives que são enfermeiras especializadas em partos e elas sabem muito bem o que fazem. No final eu escapei da indução, da cesárea e da epidural. Exatamente o que eu queria.

Algumas considerações sobre o parto:

 - Cabeça aberta - apesar de você se preparar, as coisas podem fugir do planejado. Isso é normal.
 - Dói, mas você esquece - as pessoas falavam isso para mim e eu achava que elas estavam de brincadeira, mas é verdade. Você esquece.
 - Seu corpo é poderoso - se você passou das 40 semanas, tenha paciência. O bebê vai sair de qualquer jeito, não se preocupe.
 - A natureza é sábia - eu fico imaginando que todas as outras fêmeas do Reino Animal conseguem parir em silêncio, na selva, nas ruas, no frio e parar o trabalho de parto quando elas se sentem em situação de risco. Isso não é incrível? Bom, eu acho...
 - Apesar de ter me preparado para ambos - o parto não chega nem perto dos desafios do puerpério. Mas esse já é assunto para outro post.   ;)

Bem-vindo meu querido Dylan.











Monday, May 11, 2015

A espera

Amanhã completo 41 semanas de gravidez e estou como dizem aqui fed up. As pessoas falam que o bebê virá quando estiver pronto e tal... Mas chega uma hora que você já não funciona no logic way.

Ontem foi Dia das Mães e eu me senti bem frustrada. Com a mente cheia de pensamentos bobos do tipo - o bebê não está pronto por quê? Ou é minha culpa e o meu corpo não será capaz de parir sem intervenções médicas? E dai os hormônios, com um sentimento de impotência e uma sensação de falência tomaram conta de mim.

Quem me conhece sabe que eu sou ansiosa. E tenho ataques explosivos. Meu apelido no trabalho era Pri Cri Cri e aqui eles ficam surpresos como eu perco o meu temper em segundos. Eu sei que ainda tenho muito o que melhorar.

Estar na Terra da Espera me obrigou a refletir sobre tudo isso. Eu li num artigo que quando você está passando por essa fase da gestação, o overdue, você habita uma terra in between - já não pertence a sua vida anterior - sair, beber, dançar não rola - o desconforto e a ansiedade já tomaram conta. Mas você também não é mãe - não viu o seu bebê, não o tocou e nem sabe com quem se parece.  Está tudo pronto - a mala da maternidade, o berço, as roupas lavadas, os brinquedos comprados. Mas falta o pequeno para preencher tudo aquilo.

A única coisa que existe é você ali - na Terra da Espera.

E dai você recorre a todas as crendices: come curry (mesmo odiando), faz sexo (mesmo com dor nas costas), dorme em cima da bola de pilates e anda 10 quilômetros até o seu quadril parecer que vai cair.  Mas você continua ali - na Terra da Espera. Uma terra mágica onde a nossa obsessão pelos relógios, agendas e controle não funciona. Onde o tempo tem um diferente passar. Uma terra onde você tem que aprender aquilo que a gente esquece todos os dias - a ter paciência.








Monday, April 27, 2015

Uma pausa

Ao contrário de muitas outras grávidas, eu comecei a minha licença maternidade bem antes da minha data de parto. Por inúmeras razões, entre elas, um acidente que me obrigou a ser transferida para diferentes departamentos, gerando ainda mais ansiedade nessa mãe de primeira viagem.

No começo me senti super culpada em relação a isso, devo confessar. Mas depois entendi que precisava desse tempo para descansar, fortalecer minha relação com o meu companheiro e me conectar comigo mesma.

Foram dois meses (incluindo férias) dedicados a isso - muito namoro, comida caseira, leitura, sonecas à tarde, TV, passeios no parque com amigas e reflexão sobre minha caminhada até aqui. Para quem trabalha desde os 14 anos sem parar, essa pausa era necessária. Eu também não tenho dúvidas que tive sorte de poder ter esse momento.

Uma pausa é importante. Poder ficar em silêncio. Poder ficar um dia todo sem falar, sem atender telefone, sem responder emails... Só ouvindo a natureza e sua voz interior. Que privilégio!

Foram dias me enchendo de mimos, de chocolatinhos, de meditação e amor. Porque eu sei que quando o pequeno chegar, será um momento de total doação e conexão. E a gente só pode dar aquilo que tem.  Cada vez mais acredito que onde há uma pessoa feliz, há relacionamentos felizes. E para isso, uma pausa se faz necessária.

Sejamos felizes, sem culpa!





Friday, April 17, 2015

É um menino

Hoje estava eu na fila do supermercado quando a menina que trabalhava no caixa elogiou minha barriga (imensa, diga-se de passagem) e perguntou o que eu estava esperando. Eu respondi: um menino.

Ela abriu um sorriso enorme e disse que estava grávida também, de uma menina. Mas que queria, na verdade, um menino. Começou a falar da sua preferência, de como ter meninos era muito melhor, que eles são mais fofos e apegados à mãe.

Por um minuto eu senti um pouco de pena daquele bebê. Mas eu sei que a futura mamãe não falou por mal.



Na verdade, ela pode, sem saber, ser uma vítima de um dos muitos fantasmas que existe no mundo da maternidade: o Gender Disappointment, a Decepção com Gênero (não sei como se traduz para o português). É quando você quer muito uma menina e vem um menino, ou vice-versa. Esse é um assunto que pega fogo nos fóruns de Internet, mas que tem origens muito profundas para serem tratadas com superficialidade por críticas anônimas e alheias.

A origem pode vir desde uma preferência da mãe ou pai, desejo de agradar o pai/companheiro, como questões relacionadas à infância, abuso sexual, bullying e muitos outros. Na maioria das vezes a mãe morre de culpa: de ser julgada por ter esse sentimento, por rejeitar o bebê, por não controlar os seus sentimentos e por ai vai...

Eu sempre achei que teria uma menina. Sempre quis uma menina. Já tinha nome e um monte de expectativas para criar a minha pequena guerreira. Tal foi a minha surpresa quando descobri que era um menino. A princípio encarei com uma passagem só de ida para o Japão - uma aventura onde teria que aprender uma nova cultura e idioma. Nunca me vi ou me imaginei criando um menino. Passado o susto, hoje sei que vou curtir de montão e estou super empolgada.

E foi assim que aprendi a minha primeira lição, com 20 semanas da gravidez: Aceitação  - existem coisas que você não pode mudar e nem controlar. Essa é apenas uma delas.


Tuesday, April 14, 2015

Say yes to the dress!

Desde que engravidei eu me transformei em tudo aquilo que eu temia: como doces e milkshake de chocolate (com leite de vaca!), só leio e falo sobre gravidez, amamentação e maternidade, enfim... Chata pra c***.

Para completar meu paraíso zodiacal com a maternidade, também parei de ler sobre Antropologia, Sustentabilidade, Comunicação e Escravidão Moderna e agora eu assisto: Say yes to the dress!

O programa de TV que passa aqui no canal TLC é um daqueles reality shows tipo Bridezillas, com final feliz: o grande drama, desafio e ápice do programa é achar um vestido de noiva ideal... Sim!

Confissões à parte, eu explico: é uma alienação consciente. Não me acrescenta nada, mas também não me tira coisa nenhuma. Não me faz refletir sobre a crueldade contra os animais, nem o tráfico de pessoas e crianças pelo mundo, sobre a fome e a miséria... Não me faz questionar o porquê de estar trazendo uma criança para este mundo tão louco.

Com a minha nova droga, eu mergulho num universo encantado, onde todo mundo chora no final de felicidade, usando um vestido longo, lindo, caríssimo, comprado numa loja chiquérrima em Nova Iorque.

Eu espero que com um recém-nascido aqui não tenha tempo para assistir mais o programa, será um tratamento de choque, um retorno à realidade, uma desintoxicação necessária.

Eu espero.


Fonte imagem: Charile Powell daqui ó

Como ir ao parque

Confesso que quando fiquei grávida, apesar de ter muitas amigas mães, grávidas e de ter muita ajuda, eu me senti sozinha. Senti falta de família e dos amigos que me faziam rir e me sentir segura. Encontrei conforto na comunidade virtual do Baby Centre. Sim, elas viraram parte da minha vida e do meu ciclo de amizade. No começo tentei participar das comunidades brasileiras, americanas e inglesas. Mas como o sistema de saúde é diferente, assim como alguns abismos culturais e muito barraco virtual, acabei ficando mesmo só na comunidade inglesa.

O que temos em comum é que todas têm seus bebês previstos para Maio. Apenas isso. No mais, usam a comunidade casais lésbicos, mães de primeira viagem, outras esperando o quinto bebê, algumas adolescentes, outras com mais de 40 anos, profissionais com casas próprias, outras que vivem em hostel ou no sistema de benefícios.

A cada nova fase, estávamos todas lá: dividindo conquistas, medos, risos, dúvidas e aflições. Nos meus primeiros seis meses eu vi as mães que se descobriram grávidas de gêmeos, acompanhei todos os abortos espontâneos com um aperto no coração. Vi também mães descobrindo as chances de ter filhos com Síndrome de Down, outras que descobriram que o filho, após o nascimento, teria que ir direto para UTI porque o coraçãozinho não se formaria inteiro. Mães que tiveram que lidar com Gender Disappointment, isto é, queriam muito um menino e estavam esperando uma menina ou vice-versa. Elas viraram minhas amigas virtuais. Eu li em agum lugar que frequentar esses grupos na internet funciona como ir ao parque de manhã: você as encontra diariamente, conversa e se sente um pouco mais segura.

Nesse universo online eu vi culpa, alguma tristeza, pequenas conquistas, grandes alegrias e muita perseverança.

Enfim, fui conhecendo um pouco do que é ser mãe.


As crianças francesas não jogam comida no chão

Eu li em algum lugar que era melhor ler livros sobre Parenting – como educar uma criança – do que sobre Gravidez. Então nas minhas andanças pelos sebos daqui achei o livro "As crianças francesas não jogam comida no chão", da jornalista americana Pamela Druckerman.

Ela compara a educação Francesa com a Anglo Americana num estudo super interessante sobre as diferenças culturais. Você começa o livro se perguntando como elas educam crianças tão comportadas e calmas.

Será que meu pequeno vai gostar de comer brócolis ou se comportar quando estiver tomando café com as minhas amigas? 

E você termina o livro se fazendo a mesma pergunta, simplesmente porque você não sabe ainda...

Mas é um livro gostoso, que fala desde as noites sem domir até ao deselvimento do paladar da criança. Por exemplo, criancas francesas sabem a diferença entre um Roquefort, Brie ou Gruyère.

Tipo, eu não sei a diferença! Tudo porque as mães ensinam as crianças desde cedo a reconhecer e distinguir os diferentes sabores disponíveis. O livro aborda também a alfabetização de crianças bilíngues, entre outros temas que envolvem criar uma criança numa cultura diferente. Enfim, para as mamães brasileiras em Londres ou em outros países, super recomendo. E para as mamães que estão no Brasil também, por que não?! Afinal quem não gosta de crianças comportadas que não jogam comida no chão?

O carrinho da Sarah Jessica Parker

Aqui se usa muito transporte público. Então você precisa ter um carrinho para carregar o seu bebê. Eles chamam de Travel System porque tem o assento de colocar no carro – obrigatório para sair da maternidade (se você usar carro) – o carrycot que é tipo um bercinho e o pushchair que é onde você coloca o bebê/criança sentadinho.

Eu demorei QUATRO meses para entender isso...

O Travel System mais famoso aqui é o Bugabbo – apesar de funcional, é também um símbolo de status entre a classe média londrina. O system custa por volta de £1000. Isto é, uma fortuna! Sabe quando você tem um carro, ou quer muito um sapato de marca, tipo Louboutin? Então... É assim com o Bugaboo. Mas tem também o iCandy, o Stokke e o UPPAbaby - esse último usado pela SJP (sim, eu li isso como referência de qualidade!). Comparando com sapatos, um Manolo Blahnik dos guarda-roupas!

Além de estilo, design e status, eles são bons, claro! São caríssimos porque são seguros, leves e portáteis. Depois de meses de pesquisa, decidimos por um Mamas & Papas. Tipo... Um Arezzo (ou Via Uno?) do seu guarda-roupa.